VV na Índia

April 28, 2014 11:46 pm



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Notícias da nossa CEO, Mariana Serra, direto da Índia! Ela está em uma viagem para a Índia e a Tailândia, com o objetivo de ampliar cada vez mais nossa área de atuação e garantir credibilidade à ela.

Ela contou que, depois de visitar e ter reuniões com vários representantes de ONGs e diversos projetos incríveis, resolveu dedicar alguns dias para trabalhar em um projeto específico. Essa ONG onde ela está baseada foi fundada por um homem chamado Ravi. “Um ser iluminado!”, segundo a Mari.

Depois de ganhar muito dinheiro no mundo dos negócios, Ravi resolveu investir tudo na construção desse lindo projeto que trata da recuperação de idosos e crianças abandonados na rua. Na Índia, muitas pessoas com problemas psiquiátricos, mentais, são abandonadas (literalmente jogadas) na rua. Com investimento de seu próprio bolso, Ravi conseguiu montar um espaço enorme com computadores, salas de aula, parquinho para crianças…. Onde dava um alento para essas pessoas mais necessitadas da Índia.

Acontece que, recentemente, a sede do projeto pegou fogo. Eles perderam tudo. Pior do que isso, muitas das pessoas atendidas pela ONG ficaram gravemente feridas. Então, o trabalho que a Mari tem realizado por lá é de extrema emergência. Basicamente, Mari e sua mãe, Lúcia (que tem conhecimento profissional de enfermagem), compraram luvas, máscaras, remédios e estão prestando os primeiros socorros para atendentes e atendidos da fundação de Ravi.

Apesar de difícil e cansativo, esse trabalho têm sido extremamente importante para a população local. “São pessoas com graves ferimentos ainda muito recentes. E, ao mesmo tempo, crianças que precisam de seus cuidados diários e ajuda psicológica. Além de muito carinho nesse momento trágico!”, contou a Mari por WhatsApp.

O mais impressionante disso tudo, foi o relato que a Mari deu sobre a hospitalidade do povo. Mesmo com tantas problemas, todos abrem suas casas para elas e as famílias oferecem jantares, presentes e sua força de trabalho para ajudar, também! Uma grande lição de vida para elas e para nós.

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Short-term volunteering

April 24, 2014 12:24 am

Chegando para as aulas. Caraíva, Bahia.

Texto: Joana Junqueira 

Existem algumas pessoas que não perdem uma oportunidade de fazer as malas e sair por aí! Há coisa melhor? – Bom, na minha opinião, viajar é uma das melhores coisas do mundo.  Mas, muitas vezes, essas pessoas voltam de suas experiências mundo a fora da mesma maneira que embarcaram. Sem saber a história do povo local, sem ter noção dos problemas que o país enfrenta ou até mesmo sem ter tido uma boa conversa com um local. Essas pessoas não fizeram nada além do percurso hotel – ponto turístico – compras. Não que isso não seja divertido ou relaxante, mas vamos combinar é bem pouco enriquecedor e, quase sempre, um desperdício.

É digno e um tanto respeitoso, como turista, querer conhecer as raízes do local que você visita, e também seus conflitos diários. Muitas vezes viajamos para poder esquecer nossos problemas ou para fugir do caos que é o onde vivemos. Então, esquecemos que o lugar que estamos visitando também possui seu caos, seus problemas e aflições. Muitas vezes em número bem maior que nossa terra natal! Vale sempre lembrar que aquele lugar que para nós é apenas um destino de férias é o local de moradia dos outros.

Vejo turistas na cidade onde moro visitando pontos turísticos sem saber que bem ao lado destes existem pessoas sem saneamento básico, tendo de lidar com a violência em seu dia-a-dia e trabalhando arduamente para conseguir um salário que na maioria das vezes não basta para seu sustento. Talvez eles até tenham o conhecimento disso, mas suas operadoras de turismo não incentivam visitas a esses lugares. Muitas vezes até fazem questão de esconder sua existência.  Não incentivam um turismo consciente.

O turismo consciente procura mostrar aos viajantes o quão importantes eles são para uma sociedade enquanto visitantes e como eles podem mudar a realidade dos locais que visitam. Ao viajar para um país você pode impactar as comunidades locais, deixar contribuições que vão além de pegadas e também levar com você grandes ensinamentos – além de belas fotos. É muito prazeroso poder criar relações com os locais. Eles te proporcionam experiências culturais que você jamais teria conhecido e, ao mesmo tempo, você está demonstrando respeito e interesse real em suas histórias e cultura. O turismo consciente faz crescer a economia local e ajuda diretamente no desenvolvimento das sociedades.

O turista deve (ou deveria) ter curiosidade, preocupação e atenção com as comunidades, as pessoas e o meio-ambiente de seu destino, valorizando todo e qualquer tipo de diversidade e se preocupando com o impacto de cada ação sua. Nada impede que você faça aquele tradicional percurso citado no início do texto, ou de visitar praias paradisíacas para relaxar após um longo período de trabalho. Mas porque não fazer os dois?

E uma das melhores maneiras de conciliar Férias Tradicionais + Turismo Consciente é o short-term volunteering.

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Fazer o bem não importa a quem

March 31, 2014 3:48 pm

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Texto: Joana Junqueira

Lendo alguns artigos, me deparei com uns argumentos alegando que muitas vezes o turismo voluntário pode fazer mais mal do que bem a população local. Quem defende essa teoria, geralmente usa como exemplo o ato de “pintar uma parede”: ao pintar uma parede de uma comunidade carente o voluntário não está ajudando o povo local, mas apenas esfriando a economia, uma vez que essa parede poderia ser pintada por moradores que seriam remunerados por isso.

Bom, primeiro que é ingênuo acreditar que um grande número de voluntários está disposto a largar sua vida para se dedicar exclusivamente a uma causa ou comunidade qualquer. Segundo, que é igualmente utópico exigir que um voluntário de curto prazo apareça com uma fórmula inovadora para erradicar a fome, pobreza ou outras mazelas que afligem nosso mundo. A maior parte dos voluntários, e felizmente esse número de abnegados vem aumentando significativamente, só pode ou quer dedicar uma parte de seu tempo a atividades humanitárias ou sociais. A realidade é essa. Ponto. Por falta de uma analogia melhor, a mágica é transformar esses ovos em uma omelete!

Sim, a crítica do trabalho voluntário competindo com a iniciativa local procede. E essa é uma questão muito debatida em lugares como a Etiópia, por exemplo. Por isso, devemos ser extremante criteriosos em relação à organização que vamos ajudar e que tipo de trabalho vamos desenvolver. E a Volunteer Vacations foi criada justamente com essa preocupação no seu DNA.  Ao mesmo tempo, essa omelete citada no parágrafo anterior pode se transformar em uma refeição gourmet de fazer inveja aos melhores pratos da culinária mundial!

Uma experiência de trabalho voluntário pode acrescentar ao voluntário, à comunidade local e ao mundo em que vivemos de diversas maneiras e muito mais do que apenas o resultado do trabalho em si. Relacionando-se com a população local, interagindo com a cultura, convivendo e entendendo outra realidade… Ou seja: é preciso estar ali e viver a experiência para mudar algo. E o trabalho voluntário é o catalisador de tudo isso!

As vezes, simplesmente levando um pouco de sua cultura, um voluntário pode ser capaz de ensinar uma técnica desconhecida para aquele povo, ajudando-os a resolver pequenos problemas que fazem grande diferença em seu dia-a-dia. Um grande exemplo disso ocorreu na viagem de uma das voluntárias da VV no Quênia. As mulheres que cuidavam de um orfanato utilizavam a mesma mamadeira para mais de uma criança. Ato que, aqui no Brasil, temos a noção de que pode acarretar na propagação de doenças de uma criança para a outra. Nossa voluntária as alertou e elas começaram a definir uma mamadeira para cada criança.

Levando um pouco de carisma e carinho, um voluntário com certeza irá fazer o dia de uma pessoa feliz. E isso pode ser uma grande diferença!Não importa se é uma criança que não tem com quem brincar ou se é um idoso que não tem alguém para conversar. Desde que o  voluntário esteja disposto a fazer o bem, ele estará cumprindo um imenso favor ao desenvolvimento de comunidades carentes, onde na maior parte das vezes sua população só está acostumada a lidar com conflitos, corrupção, violência ou miséria. Carinho, consideração e gentileza podem ser apenas o que faltava para auxiliar no processo de aprendizado e formação de um jovem ou criança.

O turismo voluntário, mesmo que a curto prazo, faz certas pessoas saírem de suas zonas de conforto, conhecendo não apenas os cartões postais das cidades que visitam, mas sua verdadeira cultura, seus problemas, e as raízes de sua população. E, invariavelmente, as torna mais conectadas ao foco de seu trabalho. E por um período muito maior do que a experiência vivida.

É difícil que um voluntário possa realmente fazer mal a um povo. Talvez ele não tenha a capacidade ou oportunidade de erradicar um problema endêmico, salvar vidas ou transformar a realidade de um país. Mas desde que ele tenha algo de bom a compartilhar, seu esforço terá valido à pena. Basta procurar algo em si que saiba fazer bem, que conheça bem, e se relacionar com uma ONG que tenha um trabalho confiável e respeitado, que está tudo certo. Fazer o bem faz bem, não importa a quem.

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Quem se voluntaria? E por quê?

March 18, 2014 6:10 pm

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  Texto: Joana Junqueira

As principais barreiras encontradas por pessoas que pensam em realizar trabalhos voluntários são: a falta de tempo disponível (82%), as burocracias (49%), as preocupações com a falta de credibilidade das organizações e os riscos envolvidos (47%), a falta de informação sobre como realizar um trabalho voluntário (39%) e o pensamento de que não possuem as características ou experiências adequadas para se voluntariar (39%). Essas questões acabam gerando grande dificuldade para o desenvolvimento e a expansão de uma a cada cinco ONGs pelo mundo.

O trabalho voluntário tem sido visto como uma grande oportunidade de desenvolvimento tanto pessoal quanto profissional. Um total de 87% dos empregadores considera que a participação em um trabalho voluntário pode ter um efeito positivo no desenvolvimento profissional de uma pessoa. Isso ocorre porque quando um profissional se envolve em um trabalho voluntário, fora da área em que costuma atuar, ele acaba por desempenhar funções pessoalmente incomuns, desenvolvendo habilidades que não são estimuladas em seu ambiente profissional, tornando-se um profissional preparado para enfrentar impasses diários. Apenas no período de 2007 a 2008, dois milhões de ingleses realizaram trabalhos voluntários em programas que receberam incentivos de seus empregadores.

Deixando o lado profissional de lado, o trabalho voluntário faz bem para a saúde! Fazer o bem tem sim o poder de curar certos males. Sabendo que tem algo a contribuir, as pessoas se sentem úteis e valorizadas, melhorando a autoestima e consequentemente a saúde mental. O trabalho voluntário é um passatempo que permite às pessoas fazerem novas amizades, se manterem ativas, desenvolverem suas habilidades e adquirirem novos conhecimentos. Segundo voluntários, a satisfação em ver resultados é um dos maiores benefícios de seu trabalho (97%), seguido pelo fato de gostarem do que fazem (96%), de ser uma realização pessoal (88%), de fazerem novas amizades e conhecerem pessoas (86%) e de realizarem algo que fazem bem (83%).

Sendo assim, as desculpas para não se voluntariar podem ser deixadas de lado. Desde que goste de estar em contato com diferentes pessoas e que tenha vontade de ajudar, disposição e comprometimento, qualquer pessoa pode ser um voluntário. Conciliando o tempo livre com algo que lhe traga bem estar pessoal, é fácil encontrar uma atividade voluntária para ser realizada. Para isso, basta recorrer a uma fonte confiável que lhe informará o que é preciso para se colocar à disposição da sociedade.

 

Os dados presentes neste texto foram retirados de pesquisas feitas pela agência Institute for Volunteering Research, do Reino Unido, membro do NCVO (National Council for Voluntary Organisations). A pesquisa completa pode ser encontrada no site http://www.ivr.org.uk/ivr-volunteering-stats

 

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Como achar Férias Voluntárias que funcionem de verdade

March 13, 2014 9:56 pm

Originalmente postado em CNN.com

The idea of volunteering away from home seems like a win-win to many travelers: a way to experience and help another community at the same time. But without a solid, well-designed program and reasonable expectations, volunteer travel can do more harm than good.

Showing up in parts unknown, hoping to make a big difference in a small amount of time, is likely to leave travelers and hosts disappointed.

“You’re not going to change the world in a week or two. You’re not going to eradicate poverty in a village. You’re not going to teach a kid how to read,” said Doug Cutchins, a former Peace Corps volunteer and co-author of “Volunteer Vacations: Short-term Adventures That Will Benefit You and Others.”

The key to having a positive impact in a short amount of time is realizing that your efforts are part of a process, Cutchins said. Results are subtle and come about slowly through a long line of volunteers.

“Development is a tricky process, and as Americans we are very, very product-oriented,” he said.

He’s concerned with what he calls “development by monument,” where volunteers want a completed building or another physical representation of their volunteer efforts to answer the inevitable “what did you accomplish?” question from friends and family at home.

“That’s one of the first questions you’re going to get asked, and it’s hard sometimes for people to say, ‘well, I was kind of part of a process, and we engaged in cultural exchange.’ But that’s really the very best way to do it,” Cutchins said.

Daniela Papi agrees. She is one of the founders of PEPY, a non-governmental organization dedicated to educational development in rural Cambodia. PEPY Tours hosts learning trips that help fund the group’s projects.

The organization has gone from referring to those trips as “voluntourism” to calling them “edu-tourism” or “educational adventures.”

“The number one thing that’s going to happen is that you are going to have a new perspective on your country, on your life, on your choices and how they affect the world, on what it means to live in whatever country that is,” Papi said.

The 10 days or so spent traveling and learning would ideally inform participants’ choices and outlook at home, where they will have the largest impact, Papi said.

Teaching English and construction projects are the most common types of voluntourism projects Papi sees in her region. Travelers involved in a construction voluntourism project should ask the operator and organizations involved about the plans for the structure when the volunteers go home, she cautions. Who is going to take care of it, who will work in it, how will they be trained, and who will fund the training?

A poorly constructed school without trained teachers isn’t likely to have the benefits volunteers envision. And in the case of teaching English, who will teach the children when there are no volunteers, and what effect does a revolving-door model of teaching have on kids?

Successful projects start with the needs of the community, voluntourism organizers say.

“We don’t go in and say, ‘this is what your problem is, and this is how we’re going to fix it,’ ” said Catherine McMillan, a spokeswoman for Globe Aware, a nonprofit that develops short-term volunteer programs.

Members of the community should be involved in identifying and addressing areas where partner organizations can help.

The organization you’re working with should have a strong and ongoing relationship with the community, local non-governmental organizations and project leaders on the ground.

“It’s a complicated kind of tourism, because you don’t want to send folks and do something and then not have, not measure the consequences of that action in the long term,” said Erica Harms, director of the Tourism Sustainability Council, an initiative involving the United Nations and travel partners.

Travelers should ask about the program’s history and its involvement with NGOs or other organizations. Find out where the funding is coming from and where it is being allocated. Ask about how the project is supported over time and how the community was involved in its development, Harms said.

And keep in mind that organizing volunteers to help support these efforts is not free. There are costs associated with housing and feeding volunteers, with transporting them locally, with training them and establishing a system of working that allows visitors to contribute for a short period.

Most of Globe Aware’s programs require a contribution fee of approximately $1,200 per week, which does not include airfare. PEPY Tours cost $500 to $700 a week, plus a fundraising or donation minimum of $500 for individuals.

PEPY Tours participants are giving back mostly through their financial support — which is what will keep the education projects running, Papi said. But visitors can see where their money is going and may have an opportunity to get physically involved.

Cutchins says reputable organizations will be up-front about costs, what is included and where your money will be spent.

Globe Aware‘s McMillan recommends looking up nonprofits on Guidestar.org, which compiles tax forms from nonprofits, to see how operators are spending. It’s also a good idea to contact past volunteers or people who are familiar with the organization’s work on site.

Travelers should be realistic about what would make for a positive experience and select opportunities that fit their skills and interests.

“I think there are very few people who would make really bad volunteers. … It’s really about matching the right person with the right opportunity,” Cutchins said.

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Trabalho voluntário faz bem para a saúde!

February 13, 2014 9:10 pm


Fonte: http://www.huffingtonpost.com/hilary-young/benefits-of-volunteering_b_4151540.html?ncid=edlinkusaolp00000003

It’s one of the first lessons we learn as children — “sharing means caring.” We might not understand why we have to share at first, especially when there are younger siblings involved, but as we grow into adulthood, sharing becomes an essential part of your social and career success.

So does it come as a surprise to learn that research now proves that sharing your time with others for a good cause can improve your overall happiness and mental well-being? It turns out that Baby Boomers give more total dollars to charities than any other generation. According to Forbes, Boomers are responsible for 34 percent of all charitable donations, which amounts to nearly $61.9 billion every year.

And according to the data collected by Volunteering In America, Boomers spent about 3.6 million hours volunteering for organizations or causes they are passionate about.

These generous Boomers seem to have tapped into volunteerism at an opportune time; two new studies have recently confirmed that there are significant health benefits to giving back.

UnitedHealth Group commissioned a national survey of 3,351 adults and found that the overwhelming majority of participants reported feeling mentally and physically healthier after a volunteer experience.

For those of us who have spent time giving back to the community or helping further a cause we believe in, you might recognize many of the above findings to be correct. It doesn’t seem far-fetched to think that helping others can provide you with a sense of connection, pride, and perspective. But did you know that it can also help you live longer?

Researchers at the University of Exeter Medical School in the south of England analyzed data from 40 published studies and found evidence that volunteers had a 20 percent lower risk of death than their peers who do not volunteer. The study also found that volunteers had lower levels of depression, increased life satisfaction and enhanced well-being.

Dr. Suzanne Richards, who lead the team of researchers at Exeter, said that more testing on this subject is necessary in order to find out whether or not biological, cultural, and social factors are associated with a willingness to volunteer in the first place, as they are often associated with better health.

“The challenge now is to encourage people from more diverse backgrounds to take up volunteering, and then to measure whether improvements arise for them,” she said.

 

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Os Voluntários da ONU

February 13, 2014 9:05 pm



O poder do voluntariado a nível global demonstrado através do trabalho da mais respeitada e reconhecida organização de ajuda humanitária: a ONU.

In the past three weeks, thousands of local and foreign volunteers have converged in the areas affected by Super Typhoon Haiyan in the Philippines. Volunteers were among the first to respond, and while their work is done quietly and without fanfare, their contribution is invaluable in such a crisis.

The United Nations Volunteers (UNV) program advocates for the recognition and promotion of volunteerism globally, in order to create an enabling environment for volunteers and volunteer-involving organizations, and encourage governments to integrate volunteerism as an essential element of the post-2015 development agenda.

“So much good work goes unnoticed, but we’re trying to get to the point where there is recognition that volunteerism is part of the development measuring framework and acknowledgment that a healthy society is one that supports volunteers and civic engagement,” Kevin Gilroy, head of the UNV Peace and Development Division, said during an exclusive interview with Devex.

UNV is working with UN entities and member states, volunteer-involving organizations, the private sector and other partners to jointly develop tools that enable recognition and measuring of volunteer efforts, such as a “global volunteerism index.”

“Society sometimes does take volunteering for granted, but if you could put a price tag on volunteering, it would be unimaginably huge,” noted Gilroy.

He mentioned how the Johns Hopkins University Comparative Non-profit Sector Project estimated that from 1995-2000 the total number of volunteers in 36 countries comprised 44 per cent of the workforce of civil society organizations, representing the equivalent of 20.8 million full-time workers.

“What is interesting is that the economic contribution of volunteers in these 36 countries was calculated at $400 billion annually. That is massive,” said the UNV official.

Catalyst for development

 UNV was established in 1971 to collaborate with UN entities to integrate voluntary service into development assistance activities. For over 40 years, the program has been bringing professional volunteer talent into UN-led development efforts.

In the beginning, the focus was on providing additional capacity through experienced professionals working on international assignments either in UN organizations or affiliated projects. Over time, UNV has evolved in terms of its mandate, results and activities, driven by the changing external environment for peace and development, and the wider global acknowledgment of the role and impact of volunteerism.

UNV is currently operational in three domains:

Mobilizing volunteers to get directly involved in the humanitarian, peace-building, post-conflict recovery, sustainable development and poverty eradication work of the United Nations.

 “Our vision is very simple: We believe that a world where volunteerism is fully recognized within societies as a way for people to be engaged would enable sustainable development, peacebuilding and — ultimately — poverty eradication,” said Gilroy.

In line with this approach, UNV gives common, caring global citizens an opportunity to dedicate a portion of their professional lives to contributing to the peace and sustainable development work the United Nations undertakes around the world.

Highly skilled professionals

Traditionally, the program has recruited experienced professionals willing to work in countries other than their own on assignments that are often more suited to mid- and senior-level professionals. This is because many UN host entities require quite specific expertise.

At present, UNV has around 5,000 international volunteer assignments a year in 129 countries. About 80 per cent of these volunteers come from developing countries, hence promoting South-South development. International volunteers usually have five to 10 years of professional experience, and an average age of 38 years old.

These volunteers use their acquired skills to transfer knowledge and build capacity in the field. They are selected based on criteria defined by the requesting host agency, with a vetting process similar to that of any UN entity. They come from all walks of life and from over 120 diverse professions.

For instance, in the health sector, UNV professions include medical practitioners and specialists; staff counselors and psychologists; midwives and nurses; and dentists, pharmacists and laboratory technicians. Other volunteers are experts in protection, resettlement, reintegration and repatriation, and refugee status determination; monitoring and evaluation, reporting, program development and project management; public information and communication; rule of law, judicial monitoring, access to justice, security sector reform, community mobilization, entrepreneurship and employment; and technical and support areas, civil engineering, movement and transport control, ICT, telecommunications and supply management.

In 2014, UNV will offer UN Youth Volunteers aged 18-29 an opportunity to gain first-hand development experience by volunteering in development contexts. The UN Youth Volunteer Program was established at the request of Secretary-General Ban Ki-moon in his 2012 Five Year Strategic Plan, and is still under development.

Selection process

UNV receives around 70,000 registrations per year for international volunteers, and the organization keeps a roster of about 25,000 at any one time.

Supply is not the problem — the challenge for the recruiters is to identify the best potential candidates with the most closely aligned skill set requested for each assignment. In addition to the professional expertise and soft skills such as motivation, flexibility, communication, team work and commitment, requests often come with other specific variables, including languages, and geographical or cultural knowledge.

“Even with a rather large pool of applicants, some posts remain hard to fill,” said Gilroy.

He gave the example of the UNV program officers, placed in the field units to run the programs as the organisation’s eyes and ears on the ground. The official explained that for those positions, “we’re looking for a number of qualities, including leadership, inspiring management, advocacy, being able to work at a high level with the heads of other UN agencies, and at the same time run an office and deal with day-to-day issues that arise from the numerous volunteers in-country.”

“This may sound generalist, but the profile — someone who has experience in the field, understands programming, advocacy and human resources issues and ideally has worked with a volunteer-sending organization before — can be difficult to find,” he said.

Gilroy encourages skilled applicants to register. In particular, he calls on professionals itching to leave their desk jobs, to get engaged and share their technical skills and know-how in a development or post-crisis situation.

“The rewards can be very gratifying in terms of the solidarity that you’re sharing with the people you’re helping and the agencies you’re working with,” he pointed out. “It’s a very rewarding experience that will enhance your own personal and professional growth and, from that, you’ll not only give but also receive a lot to help you in the next stages of your career. And hopefully the experience will convince you to volunteer in other ways for the rest of your life.”

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9 ideias de empreendedores sociais

February 13, 2014 8:54 pm

Alunos da primeira edição do curso de negócios sociais da ESPM apresentam 24 projetos para resolver problemas socioambientais em todo o país

Por Bruna Martins Fontes – 13/01/2014

Vinte e quatro projetos de negócios sociais foram desenvolvidos pelas duas primeiras turmas formadas na primeira edição do curso do Yunus ESPM Social Business Centre, encerrado em dezembro passado, em São Paulo.

No curso, os alunos desenvolveram ideias para abrir um negócio social ou aperfeiçoar as iniciativas nas quais já estavam envolvidos. Todos eles propõem soluções para resolver problemas sociais seguindo o modelo proposto pelo economista bengali Muhammad Yunus: reinvestir no negócio todo o lucro gerado, para aumentar seu impacto socioambiental.

Neste ano, o curso será realizado em São Paulo e no Rio de Janeiro. As inscrições estão abertas até o dia 7 de fevereiro, nosite da ESPM.

Conheça, abaixo, nove ideias que se destacaram entre as iniciativas propostas pelos alunos, segundo a ESPM, em áreas como saúde, moda e sustentabilidade.

Design da comunidade
O projeto colaborativo A Gente Transforma, capitaneado pelo arquiteto Marcelo Rosembaum, busca resgatar as raízes e os valores de comunidades em situação de miséria. Juntos, os moradores das áreas beneficiadas fazem mutirão para pintar casas, constroem áreas de lazer e trabalham com artesanato. A iniciativa já foi colocada em prática no Parque Santo Antônio, em São Paulo, e no povoado de Várzea Queimada, no Piauí – outros nove projetos esperam investimento para serem implementados.

Renda para detentas

A Santa Cria, iniciativa da estilista Jakeline Souza, pretende ensinar as mulheres detentas de Juiz de Fora (MG) a fazer bolsas com sobras de tecido e de couro das confecções e vendê-las pela internet. Assim, elas podem sustentar suas famílias enquanto cumprem pena. Jakeline recebeu apoio do governo mineiro, que cedeu espaço e energia elétrica para as mulheres trabalharem na penitenciária Professor Ariosvaldo de Campos Pires.

Sanitário sustentável
A Saneamentos Sustentáveis, de São Paulo, desenvolveu uma solução para minimizar a falta de saneamento nas cidades: uma privada com coletor acoplado para armazenar dejetos, que são recolhidos por um caminhão e levados a um biodigestor para virar biogás, uma fonte de energia. Para manter o negócio, o plano dos empreendedores Thais Costa, Rosangela Arcas, Ilana Goldsmid e Paulo Oliveros é vender o vaso e cobrar taxas pelos serviços prestados.

Dentista parcelado
A dentista carioca Ana Cristina Mota idealizou um centro para atender a moradores de comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro, o Espaço Hospitalar Nova Odontologia. Para testar a viabilidade de sua ideia, Ana Cristina conduziu um projeto piloto no final do ano passado e, assim, definiu uma tabela de preços adequada. O custo de um tratamento completo – inclusive com implantes – chega a R$ 1 mil, e o valor pode ser dividido em parcelas que custam de R$ 80 a R$ 140 por mês.

Seguro inclusivo
Em sua empresa, o corretor de seguros Luiz Rafael Mistieri, começou a promover inclusão social por meio da corretagem de seguros. Para isso, ele capacitou jovens de 16 a 24 anos que moram no bairro do Cantagalo, em São Paulo. Os selecionados tinham pouca escolaridade, por isso sentiam dificuldade para arranjar um emprego. Agora, o empreendedor busca investimento para ajudar mais jovens.

Horta metropolitana
Criado em São Paulo por Cyrille Bellier, Isis Oliveira e Daniel Lissoni, o projeto Hortas Urbanas quer ocupar com pequenas plantações os espaços ociosos em grandes centros urbanos e, assim, incentivar a alimentação saudável. O plano do trio é cobrar preços de mercado de quem pode pagar e subsidiar a compra para a população de baixa renda.

Advogado popular
A dupla de advogados Silvia Daskal e Thiago Chaves, de São Paulo, idealizou uma solução para atender aos paulistanos que não têm acesso à justiça. Em seu Escritório Social de Advocacia, eles querem primeiro atender pessoas envolvidas em causas trabalhistas e de defesa do consumidor para, depois, atuar em mais áreas. Pelo serviço, eles cobrarão honorários de R$ 50 a R$ 100, e a expectativa é a de que o negócio social se sustente quando tiver 550 clientes por mês.

Babá popular
O Lares de Mães, idealizado pela arquiteta Sylvia Angelini, de Jundiaí (SP), e pela psicóloga Fabiola Lupinari, de São Paulo quer treinar mulheres de baixa renda para cuidar de crianças e, assim, solucionar o problema das mães que precisam trabalhar e não encontram creches para seus filhos. O negócio social também quer beneficiar as cuidadoras: a ideia é que sejam mulheres com mais de 50 anos, que têm dificuldade de se colocar no mercado.

Saúde mental
O Projeto Felicidade, criado pela psiquiatra Ana Maria Cortez Vannucchi e pelo psicólogo Antônio Carlos Vazquez Vazquez, planeja oferecer atendimento em saúde mental com preços acessíveis, sem descuidar do padrão de qualidade de que desfrutam pacientes das classes A e B. Eles querem atuar na cidade de São Paulo, onde 30% da população tem transtornos mentais – desse total, 10% possuem doenças graves, como esquizofrenia. O problema é que, na capital paulista, o número de Centros de Atenção Psicossocial é insuficiente para atender à demanda, por isso 3,5 milhões de pessoas não conseguem tratamento adequado.

Na banca de avaliação dos projetos estavam Hiran Castello Branco (à esq.), vice-presidente institucional da ESPM, Rogério Oliveira (centro), diretor da Yunus Negócios Sociais Brasil, e Cláudio Luraschi, sócio da KPMG (Foto: Divulgação)
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