André Fran, o novo ENVIADO ESPECIAL #VV

February 22, 2017 4:35 pm

André Fran e a #VV pelo mundo!

Nosso co-fundador, VP de comunicações, apresentador, escritor e palestrante agora será também um correspondente especial da #VV! O Fran já viajou por dezenas de países e leva o perfil da #VV, de ajudar o próximo e enriquecer a própria experiência de vida como filosofia pessoal. Em sua nova coluna especial exclusiva para a Volunteer Vacations, ele vai visitar, conhecer e apresentar projetos, pessoas, ONGs, iniciativas que façam a diferença no mundo em que vivemos. Tudo a ver com a VV! E sua primeira empreitada não podia ser mais grandiosa: a sede da ONU em NY!

Mesmo estando nos EUA de férias com a família, após gravar seu famoso programa “Que Mundo É Esse?”, Fran visitou a sede da Organização das Nações Unidas, a principal entidade do mundo no que tange qualquer assunto humanitário. E se tem ação humanitária, tem a ver com a VV. O relato de estreia dele é contando um pouco do legado brasileiro na ONU.

Fran contou que graças a uma amiga que trabalha com a missão brasileira na organização, teve acesso a um tour especial e super exclusivo. Conheceu diversos salões importantes, os auditórios que vemos tantas vezes na TV e os ambientes exclusivos onde decisões de impacto mundial são tomadas. E pode aprender vários detalhes específicos sobre a participação do Brasil junto a entidade.

“Somos um dos poucos países que se relaciona com todos os demais membros da instituição, uma das missões mais respeitadas, que participou de mais de 30 operações de paz. Além disso, somos o principal agente em uma das mais reconhecidas e complicadas missões da organização até hoje: Haiti -MINUSTAH. Temos representações nas 4 sedes oficiais, diplomatas reconhecidos, respeitados e idolatrados, como o finado Sergio Vieira de Mello. Isso é só um pouco do Brasil na ONU, onde a missão de nosso país é considerada um modelo e exemplo a ser seguido (ou pelo menos era até recentemente. Mas, enfim…). Uma pena que esse reconhecimento não seja mais valorizado em nosso próprio país.”

Além da ONU, a nossa #VV também está no Haiti junto com o Brasil, sabia?

Vem com a #VV enriquecer esse legado tão importante do nosso país?

Para ser voluntário no Haiti, escreva para: vv@volunteervacations.com.br.

#VolunteerVacations #Voluntourism #Travel #Humanitary

Joyz, um “like” pode fazer a diferença

February 16, 2017 6:21 pm

A Volunteer Vacations tem como principal objetivo fazer diferença na vida das pessoas. Temos diversas parcerias com ONGs ao redor do mundo que buscam esse objetivo. E a VV também não está sozinha no mundo virtual! Uma das empresas que apareceu recentemente e com uma proposta incrível foi a Joyz. 

Equipe Joyz

Em parceria com a Aioria, foi criado o app Joyz, que transforma simples likes em doações de verdade para as ONGs ou causas que o usuário se afeiçoar e desejar ajudar. Com menos de 6 meses de funcionamento, o Joyz já conseguiu auxiliar ações incríveis como cirurgias, abrigos animais, moradia e afins.

Na última semana Diandra Pugliero e Juliana Ferreira, do Joyz, conversaram com a gente aqui da VV e contaram pra gente muito desse app incrível, onde o importante é espalhar o bem de forma simples e efetiva.

Como surgiu a ideia do Joyz e como ele foi posto em prática?

O Joyz foi criado dentro da Aioria. A ideia era dar valor ao like. Mas vimos que esse tipo de atitude ajuda mesmo quem precisa. Então, há 4 meses reformulamos ele pra ser algo mais ligado a filantropia. O público queria que ajudássemos as pessoas com doações. Chegamos ao Joyz de hoje, que é autossustentável e existe pra ajudar os usuários e suas campanhas. Sempre víamos nas redes sociais as pessoas pedindo ajuda pras suas causas e conseguindo muitos likes, muito engajamento, mas nem sempre isso se convertia em doações reais, muito por conta da burocracia. O Joyz simplifica isso tudo, sem necessidade de transferência bancária e afins.

E nesses 4 meses o Joyz já conseguiu ajudar muita gente?

Sim, muitas! Foi muito gratificante pra gente poder ver isso. ONGs de cuidados animais, com campanhas que conseguiram adesão do público pelo nosso app, pais e mães que precisavam arrecadar dinheiro pra pagar uma cirurgia de um filho doente, organizações que já estão fazendo trabalhos sociais há anos… Ficamos muito felizes com o resultado, e pra nossa sorte, eles também. Já tem ONGs com a gente que atendem mais de 1300 pessoas. Nesse período foram mais de 40 mil reais arrecadados em doações.

Joyz e VV… Que tal essa parceria?

Conhecemos a Mariana Serra e logo vimos o potencial da Volunteer Vacations de ajudar muita gente. Com a Joyz é possível fazer campanhas para ajudar as ONGs parceiras da VV, arrecadar doações para as ações que a VV faz, sejam médicas, reconstrução civil. Podemos também fazer campanhas que ajudam os #VoluntáriosVV, diminuir custos.


Joyz print

O papo com a Joyz foi muito legal e nossa parceria sai em breve… O Joyz é como se fosse o Instagram da filantropia. Você cria o seu perfil e pode doar e receber doações. Cada imagem é uma campanha e cada like uma doação. A moeda simbólica é o “joyz”, que vale US$0,10. O app faz com que cada engajamento seja real. Faz com que o like seja uma fonte não só de empatia, mas de impacto real nas campanhas.

Gostou? Curtiu o Joyz? Quer ajudar ou mesmo buscar ajuda pra sua campanha? Entra aqui e baixa o app e começa a usar. A #VV tá no Joyz com o perfil @VolunteerVac!

Missão VV no Sertão de Pernambuco

February 10, 2017 3:08 pm

Do dia 18 ao 22 de janeiro, fomos novamente para uma ação de impacto em Manarí, no Sertão de Pernambuco!
Dessa vez o objetivo principal da Missão foi fazer o cadastramento das crianças (e suas famílias) que são assistidas pela ONG e, como todas as ações com o Ciranda, incentivar a leitura entre os pequenos. Além disso, fomos com o intuito de trabalhar com as crianças suas identidades. Resgatar suas personalidades, seus desejos e mostrar que cada uma daquelas crianças poderá escrever e mudar sua história.

Iríamos atuar em três diferentes sítios ao longo desses três dias e, quanto mais crianças e famílias atingíssemos, mais impacto teria o nosso trabalho. A necessidade dessa missão veio para nós por conta de uma triste realidade que existe no sertão: muitas crianças não sabem seus nomes e idades, não sabem os nomes dos irmãos e nem mesmo a série em que estão na escola.

Além dessas questões serem de entendimento básico de cada um, a última vez em que o Ciranda levou as crianças para um passeio, uma delas se machucou e, ao chegar no hospital, não sabia seu nome e nem idade. Por todas essas questões a serem trabalhadas, juntamos um grupo de doze voluntários para que fossem junto conosco realizar essa incrível missão!

Nos encontramos no aeroporto no dia 18, quarta-feira, e lá já veio a primeira surpresa: o Augusto, amigo e parceiro do Ciranda Sertaneja, iria nos acompanhar nessa viagem. O Augusto-Amigo (brincadeira carinhosa que fizemos no primeiro dia de viagem: cada pessoa tinha que falar seu nome e um adjetivo com a primeira letra do seu nome), trabalha com recreação e desenvolvimento de crianças. Ele foi essencial para quebrarmos o gelo com os pequenos ao chegarmos aos sítios (lugar de atuação) e também para a integração dos voluntários entre si e com o novo ambiente!

Saímos do aeroporto ao meio dia rumo à Manarí e chegamos na pousada por volta das 19h30. Cada um foi alocado em seu quarto e logo depois nos encontramos para jantar e batemos o primeiro papo: é muito importante que façamos uma segunda capacitação com nossos voluntários. Falamos sobre a programação dos próximos dias, como será nossa atuação, pedimos para que todos se apresentem e falem um pouco mais sobre suas expectativas com a viagem e o propósito de estarem ali. Depois, hora de descansar porque o dia seguinte começaria cedo!

Nos três dias seguintes, sairíamos às 8h da pousada em direção aos sítios. As mesmas atividades foram repetidas, já que cada dia seria em uma nova escola, com novas crianças e famílias.

Fizemos uma atividade “quebra gelo” com as crianças, diversas cantigas e brincadeiras em uma grande roda, todos juntos. Depois, era o momento de dividir os voluntários em dois times: enquanto um ficava fazendo o cadastro com as mães, os outros ficavam fazendo as atividades com as crianças.

A primeira atividade realizada com os pequenos era fazer uma moldura para que pudessem levar de recordação depois, com seus nomes e idade. Tomamos o cuidado de fazer com que cada criança escrevesse seu próprio nome, para que tomassem para si mesmos a própria identidade. Cada plaquinha era personalizada pelas crianças com ajuda dos nossos #voluntariosvv e, no final tiramos foto de cada uma com sua placa, para anexar ao cadastro.

Samuel e nossa Voluntária VV Anielson, 10 anos

Logo depois, passávamos para a atividade da leitura de história. Cada voluntário ficava com um grupo de crianças e iniciava a leitura de um livro infantil. A ideia era que no final, cada criança pudesse contar um novo final, para associar e entender que cada uma pode criar a sua própria história de vida, o seu rumo.

Paralelo a isso, continuavam rolando os cadastros com as mães, responsáveis pelos pequenos. Nesse cadastro perguntávamos informações básicas como nome, idade, série, quantas pessoas moravam na mesma casa, renda familiar, tamanho de roupa, etc.

Por fim, levamos um grande pano de 2m de altura, para que cada criança deixasse sua marca registrada, através das suas mãos. Fizemos um lindo painel com as mãos de cada um, sempre explicando e tentando fazê-los entender o que aquilo representava de fato e o quanto a identidade de cada um é importante.

Foram três dias de muita troca entre os voluntários, professores, crianças e famílias. Foi impactante ver a felicidade de todos em se reconhecer em gestos tão pequenos. Conseguimos impactar mais de 250 crianças e cadastramos mais de 160 famílias.

Deixamos um legado verdadeiro, efetivo. Vimos a diferença daquelas crianças em se conhecer, em entender quem realmente são.

Foi lindo demais e logo estamos voltando pra lá com uma novidade linda demais! Guardem na agenda: julho é mês de Sertão com Ciranda Sertaneja!

 

O nosso muito obrigado a todos os voluntários que fizeram esse lindo trabalho, que acreditaram na VV e no Ciranda e que se entregaram de corpo e alma nesses dias tão intensos junto com a gente! Ao Augusto, à Thilaine e Talita, obrigado mais uma vez pela parceria e amizade!

 

Amor ou Marketing?

January 19, 2017 12:52 am

Não sabia exatamente o que queria fazer de faculdade, mas por pura intuição me inscrevi para o vestibular da ESPM- RJ. Não conhecia muito bem a instituição, mas tinha um cartaz deles na minha escola, achei as propostas interessantes e resolvi tentar.

Caí de paraquedas naquele lugar. Um ambiente onde as pessoas eram completamente diferentes de mim. Eu na verdade nem sabia muito bem o que era marketing, morei a vida inteira em cidade pequena onde as grandes as marcas não tem interesse de entrar. Mas o que mais chamou minha atenção foi que todos ali estavam empolgadíssimos com a faculdade. Todos amavam o marketing, achavam algo genial.

Os professores exibiam propagandas, ações e campanhas incríveis, o que encantava totalmente os alunos e os deixava cada vez com mais vontade de pertencer aquele universo grandioso e atrativo. Muitos sonhavam com grandes cargos em multinacionais, em campanhas grandiosas e contas ainda maiores.

O que mais me chamava atenção era a quantidade de dinheiro que as empresas destinavam ao marketing. As empresas acreditam realmente nessa ferramenta, eu pensava. Na verdade, não é um dinheiro gasto, mas dinheiro investido. Pois o retorno acontecia e nós estudantes víamos isso de perto e ficávamos cada vez mais motivados.

Assim como a maioria dos alunos do curso de Propaganda e Marketing, eu também passei a achar aquilo tudo genial. Os motivos em si nunca me empolgaram muito, mas o resultado obtido era algo realmente intrigante. Como essa ferramenta é capaz de envolver, engajar e influenciar o comportamento de milhões de pessoas.

Sempre me interessei por grandes líderes, por grandes movimentos e por atos grandiosos. Talvez por isso eu tenha sido atraída para a faculdade de marketing. Afinal, líderes são sempre ótimos “marqueteiros”.

No decorrer da faculdade, comecei a perceber que o marketing é um recurso muito mais antigo do que os nossos professores nos contavam ou que os livros registravam. O marketing existiu a partir do momento em que o ser humano resolveu promover e engajar diversas pessoas com uma ideia. Essa é a essência: promover uma ideia.
O marketing não é necessariamente algo empresarial, como se pensa normalmente. As empresas que se apropriaram dessa ferramenta, definiram um nome bem “marketeiro” para ela e passaram a utilizar em prol de objetivos lucrativos. Puro marketing!

O mais perigoso dessa apropriação empresarial da promoção de uma ideia foi justamente os fins serem apenas lucrativos. Uma pessoa disposta a promover uma ideia e engajar o maior número de pessoas faz isso motivado genuinamente pelo amor. O marketing, a vontade e o dom de promover algo em que se acredita muito, é (ou deveria ser) amor. Mas infelizmente na sociedade em que vivemos o amor é muitas vezes confundido com poder, posses, influência… dinheiro. E o marketing acabou sendo totalmente associado e utilizado para este fim. Ou alguém pensa em revoluções sociais, transformação econômica, ações humanitárias quando pensa em marketing? Não, a palavra geralmente traz a lembrança de promoções de produtos, venda de experiências vazias e ações com fins comerciais.

Eu, então completamente encantada pelo marketing e pela grandiosidade do movimento que ele podia provocar dentro de uma sociedade, não conseguia entender o porquê das empresas não o utilizarem para promover o bem estar social.

-Teria propaganda mais eficaz do que aquela que promove o bem estar social?

-Que pessoa consciente não adoraria aquela marca?

– Por que as marcas não assumem uma responsabilidade social e ao invés de investir milhões em propagandas não investem na sociedade?

-As empresas conseguem um retorno maior quando fidelizam seus clientes, e a melhor forma de fidelizá-los é gerando benefícios para eles. Então, por que não utilizar o marketing para gerar benefícios para a sociedade?
A resposta é muito simples: a maioria das marcas não amam seus clientes muito menos a sociedade como um todo. Vêem na sociedade apenas uma oportunidade de obter lucro, não pensam em melhorá-la. O mais assustador dessa relação marca/sociedade é que a sociedade ama as marcas. As pessoas vestem a camisa, se assumem consumidoras, mostram que as usam e ficam imensamente felizes por pertencer a alguma delas. Quanta insensibilidade das marcas: são amadas pela sociedade, mas não a ama de volta.

Se as marcas amassem a sociedade, elas pegariam todo esse dinheiro que gastam em inserções no horário nobre, ou em bilhões de panfletos, banners e outros materiais descartáveis e investiriam nela. Mas infelizmente elas em sua maioria não amam seus clientes, talvez porque as empresas se vêem como uma organização e não como um grupo de pessoas que possuem sentimentos.

Se houver amor, não é necessário esse marketing tradicional. Não é necessária uma estratégia para motivar os funcionários. Em um ambiente onde existe amor, os colaboradores estão cientes e dispostos a realizar da melhor maneira possível sua missão de atingir o propósito comum. Não é necessário um departamento de pesquisa para conhecer o público alvo. Uma empresa desenvolvida pelo amor, já conhece seu público, até porque só a criou para satisfazer, colaborar e interagir com esse público. Não é necessário gastar milhões de reais em propaganda. Uma empresa amorosa reverte seu dinheiro para a sociedade, que percebe o valor que a empresa tem e partilha com o ambiente em que vive. E isso se torna a melhor propaganda.

O grande problema das empresas, a nocividade que elas apresentaram ao longo dos anos, foi simplesmente pela falta de comprometimento social. As empresas precisam se comprometer com a sociedade. Se elas são as principais beneficiadas com esse tipo de sistema, elas precisam também ser as principais responsáveis pela promoção do bem estar social.

Por: Manoela

Novo destino VV: Chile!

January 6, 2017 1:58 pm

Oi gente, me chamo Soraya e sou uma brasileira que vive no Chile. Dai, queria perguntar para vocês… Qual a primeira coisa que te vem a cabeça quando pensa no Chile?

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Não sei se vocês sabem, mas o Chile é um país com muito a oferecer: da observação espacial no deserto mais árido do mundo, as florestas e lagos aos pés de vulcões, ilhas cheias de lendas, até as geleiras milenares nas áreas mais meridionais do planeta. Além de toda essa beleza natural, o Chile possui uma forte cultura indígena, com diversos povos originais no país.

É nesse país incrível, trabalhando com esse povo andino cheio de tradições, que a Volunteer Vacations inaugura mais um destino. E junto com a ONG na qual trabalho! A gente se encontra na região de Tarapacá, norte do Chile, e trabalhamos com desenvolvimento de comunidades locais. É uma região linda, única e especial! Você sai da praia e chega a 4 mil metros de altitude em poucas horas!

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O povo Aymara que habita essa região possui uma carência muito grande de pessoas mais jovens, pois muitos quando atingem a maioridade se mudam para as regiões urbanas em busca de melhores oportunidades. Assim, os povoados são compostos basicamente por pessoas idosas e crianças.

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Agora que já te situei, vou contar um pouquinho mais sobre o projeto! 🙂

A experiência voluntária aqui é legal porque permite várias atividades! Você irá vivenciar o dia a dia da comunidade, aprender a cozinhar a comida típica deles, ajudar no plantio e a coleta de quinoa e ervas medicinais e também poderá cuidar do gado – não imagine o gado que estamos acostumados, mas sim, as simpáticas llamas! Você também vai poder conhecer de perto as tradições locais: música, cultura, vestimenta… Imagina que legal aprender a tecer com as pessoas desse povoado. Muito importante (e gratificante, também) é a ajuda na construção dos tetos tradicionais de suas casas. Além disso, as crianças e os idosos estão loucos para aprender um pouco mais sobre outras culturas e também ensinar um pouco da deles. Uma troca sempre emocionante!

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Por fim, você ainda pode aproveitar pra conhecer as várias belezas naturais que cercam a região: Playa Cavancha, Osasis de Pica, Salar de Huasco, Vulcão Isluga… são algumas das atrações turísticas de Tarapacá. Dá um Google para ver que beleza!

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Bem, sou suspeita para falar sobre a região que me acolheu de braços abertos e tem me ensinado tanto todos os dias, mas só queria que vocês soubessem que nós da ONG e a comunidade Aymara estamos de braços abertos para receber os voluntários VV!

Um grande beijo, e nos vemos no Chile!

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Para se inscrever, é só clicar aqui e preencher o formulário 🙂

Voluntariado por Manoela Gonçalves

January 3, 2017 7:37 pm

Difícil falar sobre mim se tenho 23 anos e tudo que fiz foi me mudar de cidade para fazer uma faculdade de comunicação e publicidade. Muito difícil falar, já que depois que me formei fugi para o meio do mato e fiquei durante um ano refletindo sobre a vida. Como falar sobre mim mesma se eu ainda não me descobri? Como eu vou saber quem sou eu? Bom, o que eu sei é que a publicidade é uma importante ferramenta de transformação social, ainda que pouco usada para essa finalidade. Também sei que passo muito tempo pensando na vida, por isso resolvi escrever sobre ela e é isso que vou começar a fazer aqui no blog da VV. Nos encontramos de quinze em quinze dias para repensar um pouco essa vida.
E ah! Me chamo Manoela 🙂

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Trabalho voluntário
Não é sobre assistencialismo, é sobre interação e amor.

O trabalho voluntário é uma prática muito importante para o desenvolvimento social. É uma troca. Não existe maior beneficiado: quem está atuando se beneficia tanto quanto o que está sendo atendido. Uma troca. Social, de inclusão e interação entre mundos tão diferentes. De um lado, uma pessoa com uma condição confortável o suficiente que lhe permite ajudar o próximo. Do outro, alguém em uma situação preocupante a ponto de despertar em alguém o desejo de ajudá-la a melhorar.

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O trabalho social voluntário é um caminho para a união e para a paz social. Mundos opostos se unem com um objetivo em comum: o desenvolvimento social. Não é assistencialismo, é interação. É a demonstração de preocupação. É empatia. É tentar mostrar que, apesar de tudo, a indiferença é pequena frente ao amor. E que com esse sentimento é possível pelo menos tentar, de alguma forma, fazer a diferença.

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O voluntariado é o inicio de uma jornada de humanização. Ninguém permanece o mesmo após uma experiência de trabalho voluntário. E dificilmente é uma experiência isolada. Depois que essa jornada se inicia é muito difícil parar tamanha a transformação interior que o trabalho voluntário provoca em quem o realiza.
É fundamental que pessoas de diferentes classes estejam em constante interação. A grande magia do trabalho social voluntário está aí. No meio do processo já não da mais para saber quem está ajudando quem: voluntário e assistido se misturam. Todos se ajudam. Os atendidos possuem muita sabedoria de vida, possuem muitas coisas boas para ensinar e passar. Possuem a visão de uma realidade desconhecida para muitos. Eles também estão realizando uma importante função social ao receberem uma ajuda voluntária.

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Muita gente pensa que não tem coragem para realizar um trabalho social voluntário. Achaque não aguentaria se confrontar com realidades tão duras. Que ficaria triste. Confesso que não encontrei nenhum dado estatístico a respeito, mas não conheço ninguém que não tenha saído mais feliz após realizar uma experiência de voluntariado. A realidade material de muitas pessoas pode não ser a ideal. E isso pode ser sim algo difícil de encarar. Mas o que torna uma pessoa carente de verdade é a falta de amor. Quantas pessoas não conhecemos que extravasam alegria mesmo nas condições mais adversas? E quantos considerados bem-sucedidos vivem aflitos, cara fechada, dependente de anestésicos para suportar suas rotinas estressantes? Quem realiza um trabalho voluntário não acha que tem a resposta e solução para toda uma realidade complexa, injusta e cruel. Os voluntários são apenas pessoas cheias de amor. Só isso. São pessoas que acreditam na força desse sentimento e que buscam através dele fazer uma diferença positiva para o mundo e para si próprias.

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Semana VV Haiti

December 15, 2016 8:44 pm

Em Outubro desse ano, o furacão Matthew chegou ao Haiti e deixou centenas de pessoas mortas e milhares sem casas. Pensando nisso, a VV resolveu fazer uma #semanavv humanitária de urgência para poder atender às necessidades de diversas famílias na cidade de Onaville, em conjunto com a nossa ONG parceira local, a Viva Rio, que atua lá desde 2004.
Onaville, após o terremoto, foi um grande campo para receber os refugiados internos (IDP – Pessoas Internamente Deslocadas) do Haiti e hoje se tornou um bairro de 100 mil habitantes. É uma região com uma força tão grande, incluindo a de líderes comunitários.

O grupo de 15 voluntários, junto com a nossa Mariana, chegou ao Haiti no dia 03 de Dezembro à noite e no dia 4, domingo, foram visitar o local e projetos em que iam atuar. Esta parte da ação de reconhecer o lugar, ver as maiores necessidades e, principalmente, ter interação com a comunidade, é extremamente importante para que todos passem a ter confiança no grupo que ficará alguns dias por lá. Não se pode simplesmente chegar e já atuar, como se fosse uma invasão, é fundamental que haja aclimatação e empatia com os voluntários e todos da comunidade. Além disso, é preciso entender se as ações que foram previamente planejadas serão possíveis e de fato necessárias.

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Na segunda foi o dia de começarem efetivamente as ações. Um orfanato local cedeu o lugar para que pudessem ser feitos os primeiros atendimentos médicos. No final do dia foram mais de 150 pessoas atendidas entre crianças, adolescentes, adultos e idosos, muita diversão e aprendizado! Esse trabalho se estendeu pela terça-feira e foram entregues diversos medicamente. Vermífugos foram aplicados em crianças de projetos educacionais e órfãs, nosso grupo de voluntários foi até o topo da comunidade de Onaville, aonde poucos projetos sociais chegam.

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Neste mesmo dia foi iniciada a reforma no orfanato onde foram realizados os atendimentos, o objetivo era dar uma pouco mais de vida aos quartos onde as crianças vivem, já que em sua maioria são lugares sem janela e completamente cinza.

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Na quarta-feira o foco na área da saúde foi a odontologia. Foram feitas palestras educacionais de higiene bucal e distribuição de kits com escovas e pastas de dente para as crianças que vivem no orfanato New Convenant. Além disso, foi o dia de finalizar as pinturas do orfanato e fazer plantação de árvores frutíferas e para sombra no outro orfanato, o La Semence.

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Quinta-feira, dia 8, foram feitas mais entregas de medicamentos, mas dessa vez para novos pacientes. Também no orfanato New Convenant, foi feita a entrega de presentes de natal para as crianças. Já no orfanato La Semence, além da entrega dos presentes de natal, foi o dia de entregar os kits de higiene bucal. Na outra parte do dia o grupo visitou o projeto de alfabetização de adultos e idosos criado pelos brasileiros Ana e Chico e foi visitar o centro de Porto Príncipe.

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No dia 8, sexta-feira, foi o dia do orfanato La Sagesse receber a palestra de higiene bucal e receber os kits com escovas e pastas de dente. Durante a tarde, o grupo de voluntários da VV foi conhecer o projeto que a Ana e o Chico estão desenvolvendo junto com nossos parceiros da Hevp Clothing. Há pouco menos de um mês eles iniciaram uma cooperativa de empoderamento através da costura. Todos os alunos que começaram o curso estão desempregados e por conta dessa iniciativa, poderão ter uma formação em seis meses e, consequentemente, uma profissão e trabalho. É lei federal no Haiti a obrigatoriedade de ir de uniforme para a escola e custam muito caro. Por isso, o objetivo do projeto é fazer uniformes a um preço acessível para todas as crianças. Aproveitamos para expressar a nossa felicidade em ver nossos parceiros fazendo a diferença e atuando de forma tão efetiva e bonita. Então agora a cada camisa vendida na Hevp, uma parte do valor vai para esse negócio social 🙂

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E como nosso nome já diz, além do Volunteer tem que ter um pouquinho da Vacation também, né?! Sábado o nosso grupo foi conhecer Cote des Arcadins, um lugar paradisíaco e tantas vezes esquecido e apagado por conta do sofrimento do povo Haitiano.

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Domingo, oitavo e último dia, o grupo foi fazer a visita final para inspeção no orfanato La Sagesse, por aqui todos trabalham até o último minutinho.

O mais incrível disso tudo é que a Volunteer Vacations, seus voluntários e a Viva Rio conseguiu finalizar essa linda semana VV capacitando os líderes locais e agentes de saúde das comunidades para que eles possam dar continuidade a todo trabalho iniciado. E é justamente nisso que a VV acredita: poder deixar um legado, fazer a diferença de uma forma duradoura, efetiva, contínua e não assistencialista e momentânea. Estamos todos encantados por esse país que distribui tanto amor e clama por atenção e desenvolvimento!

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O nosso muito obrigado a cada voluntário e parceiro que atuou de maneira tão linda para tirarmos do papel mais uma #semanavv transbordada de amor, mudança e aprendizado.

Missão médica VV encerra com 2 mil atendimentos

November 23, 2016 7:43 pm

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Dias intensos e gratificantes. A Missão Médica VV no sertão do Piauí realizou aproximadamente dois mil atendimentos entre os dia primeiro e nove de novembro.

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Foram beneficiados moradores dos quilombos da Serra do Inácio, em Betânia do Piauí; Batemaré, em Paulistana; da comunidade Tanque de Cima e no centro de Acauã. Municípios que ficam no sul do estado, a aproximadamente 500 Km da capital, Teresina, e onde o serviço público de saúde chega raramente, sendo oferecido com muitas deficiências.

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A ação envolveu 23 voluntários, entre equipes médica e logística, além do grupo de apoio local. Participaram das atividades profissionais de mais de dez especialidades da área da saúde, como odontologia, psicologia , fisioterapia, clínica médica, cirurgia, pediatria, oftalmologia, ginecologia, infectologia, entre outros.

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O atendimento domiciliar foi um diferencial. Pacientes com dificuldade de locomoção foram identificados com antecedência e receberam a visita de médicos, fisioterapeuta e psicólogo, que percorreram as estradas entre as comunidades quilombolas em camionetes 4×4. Num dos casos, uma senhora de 77 anos ganhou um andador levado de São Paulo.

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Oftalmologia, pediatria e odontologia foram as especialidades de maior procura. Luziene acordou cedo e veio com os três filhos para ir ao dentista. Aos 26 anos, nunca tinha sentado numa cadeira odontológica e não escondia o receio: “Tô com medo”, confessou com o olhar baixo.

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Além de consultas, os sertanejos tiveram acesso a exames e cirurgias, e receberam a medicação prescrita para os tratamentos. Pessoas com baixa visão voltaram para casa com o óculos indicado, montado na hora. Foram entregues 650 óculos feitos com material reciclado.

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Durante os dez dias da Missão Médica VV alguns pacientes precisaram de atendimento de emergência e foram encaminhados para internação em Paulistana, a maior cidade da região e a única a contar com hospital. Um desses pacientes era Ruan, menino de seis anos, que apresentava quadro de desnutrição e desidratação graves. Ele teve alta depois de três dias e continua em observação.

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Todo o material adquirido para a ação e que ficou sem uso foi doado para utilização nos municípios. O propósito agora é realizar a segunda Missão Médica em 2017.

E toda essa viagem só foi possível graças a dezenas de pessoas e apoiadores. Com o patrocínio de @avon @roche @puma @gentedemontanha @dharma @mitsubishi @pitayafilmes
Apoio de @volunteervac @feitoporumsertanejo @missaomais @irispiaui @institutoaguaviva @projetocanudos
Sob a coordenação de @karinaoliani @marianaserraa (Volunteer Vacations) Victor Bigoli @profvhb
Equipe @carolinazafalon @pamellaknopf @bastos.gislene @gusoncini @fercost1 @thiagotoyama @tatisgoti @talitacabrera @apolessi @betareco @malucramos @spitalex @dharmason @gustavoarrudam @henriquemourao_photo @tutsthas @marlisecarvalho

Texto de Gislene Bastos

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Foto de Andrei Polessi

Curso Empreendedorismo Social

May 13, 2016 11:17 pm

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É com muito orgulho que lançamos o primeiro curso de Empreendedorismo Social da VV em parceria com os melhores professores acadêmicos do Brasil, viagens de imersão e muita aula prática.

 

A Volunteer Vacations percebeu que cada vez mais as pessoas estão se conscientizando e buscando aliar ações sociais com vida pessoal, profissional e empreendimentos. Acreditamos no potencial e no poder do empreendedorismo social que nos últimos anos vem transformando comunidades, cidades e até mesmo nações. Foi com o objetivo de fomentar e formar novos líderes sociais que a VV criou, junto com a coordenação acadêmica do Prof. Thiago Almeida (Doutorando pela COPPE, Professor do Ibmec e ESPM), um curso para formar novos empreendedores sociais.

Criamos um curso inovador com desenvolvimento de projetos, dinâmicas de grupo, estudos de casos, coaching, networking, aulas em campo, professores convidados e, principalmente, um grupo seleto de alunos.

Cronograma:

Início: dia 6 de Agosto de 2016.
Encerramento: dia 8 de Outrubro de 2016.
Horários: serão duas aulas por dia (sábados), das 9h às 12h e das 13h às 16h, totalizando em 74h de curso.
Faremos 2 aulas em campo, um dia no Rio de Janeiro e uma viagem a Pernambuco.

Período das aulas:

Dias: 06/08/16,  13/08/16,  27/08/16,  10/09/16,  24/09/16 e  08/10/16.

Aulas em campo:

Esse é um dos grandes diferenciais do curso, a nossa aula em campo. Acreditamos que não se forma empreendedores sociais sem a vivencia do campo, para isso teremos dois programas com valores a parte, onde você poderá participar dos dois ou só de um, conforme preferir, no entanto, recomendamos fortemente a participação nas duas aulas em campo. Em especial a última que será na comunidade Ilha de Deus em Recife, onde concluiremos o curso terminando com uma apresentação do Porto Social que poderá incubar o seu projeto.

.Aula em campo no Rio de Janeiro:  3 de setembro de 2016.

. Viagem para Pernambuco: 26 a 30 de outubro de 2016.

Por que fazer?

Serão módulos de negócio e empreendedorismo social, ferramentas fundamentais para seu negócio, orientação com especialistas, como criar e gerenciar seu negócio, laboratório para desenvolver seu projeto, e muito mais.

Professores:

Mariana Serra

Mari

Co-fundadora e idealizadora da Volunteer Vacations, é palestrante, empreendedora social, formada em Relações Internacionais pela ESPM-RJ. Foi assistente do Ministro Lampreia e trabalhou como Relações Institucionais na Andrade Gutierrez. É apaixonada por viagens, já morou na Nova Zelândia e Taiti, onde começou o seu envolvimento com ações humanitárias. Recentemente acabou de ser voluntária em projetos na Índia, Tailândia, Costa Rica, Tanzânia, EUA e no Quênia onde trabalhou como voluntária na maior favela urbana do continente e em um orfanato cuidando de crianças com AIDS e tuberculose. Em Fevereiro de 2015 formou mais de 300 empreendedores quenianos durante a Semana VV de Empreendedorismo com a Vem Gerir. Atualmente está envolvida em projetos sociais no Brasil e está cursando um MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC. Mariana entrou na lista da FORBES 30 ABAIXO DE 30 como uma das jovens mais promissoras do Brasil até 30 anos em 2016.

André Fran

André Fran

É diretor, escritor e palestrante. Mais conhecido como um dos criadores e apresentadores da série “Não Conta lá em Casa”, do Multishow (GLOBOSAT) e também do recém lançado programa da GloboNews“Que mundo é esse?”. Nesses programas, Fran viaja com mais três amigos pelos destinos mais polêmicos e inusitados do planeta, o que já o levou a Coreia do Norte, Haiti, Afeganistão, Etiópia, Kosovo, Iraque, Curdistão, Quênia entre outros, onde conheceu diversos projetos e organizações humanitárias. Fran também colabora com O Globo, Viagem & Turismo, revistas Trip,Vizoo, VICE e lançou pela editora Record o seu primeiro livro em 2013 (“Uma viagem pelos destinos mais polêmicos do mundo”). Além disso, apresenta palestras sobre suas experiências em escolas, universidades, empresas e eventos como o renomado TEDx. Fran é co-fundador da Volunteer Vacations.

Alice Ratton

Alice Ratton

Engenheira Química formada pela PUC-Rio (2008), empreendedora social, mestre em Química com ênfase em processos de energia renovável pelo Instituto Militar de Engenharia (IME, 2012,) doutoranda pela COPPE/UFRJ em Planejamento de Transporte e Meio Ambiente. Trabalhou para a TRANSPETRO na área técnica-operacional de dutos e para Gaia na área comercial de petróleo. Em 2008 ingressou na área de sustentabilidade da Ernst & Young como consultora em gestão de risco. Em 2012 ingressou na LVA onde exerceu sua função de engenheira em projetos de desenvolvimentos urbanos sustentáveis e hoje é consultora em sustentabilidade urbana. Alice é co-fundadora e CFO da Volunteer Vacations.

Thiago Almeida

Thiago Almeida

Coordenador Acadêmico do Curso Doutorando em Administração pelo Instituto COPPEAD/ UFRJ, Mestre em Administração pelo IAG– PUC-RJ e bacharel em Administração de Empresas pela ESPM– RJ. É fundador da startup de negócios sociais, Vem Gerir. Empreendedor desde os 17 anos, criou e desenvolveu empresas nos setores de alimentação industrial, restaurantes, tecnologia e educação. Foi executivo da L’Oréal Brasil onde liderou projetos nas áreas de Marketing, Inteligência Comercial e Novos Negócios. Responsável pelo projeto de desenvolvimento e expansão do canal de vendas orientado ao mercado base da pirâmide pela marca Matrix. Por este projeto recebeu o 1° Lugar do Prêmio de Inovação da Beauty Shaker Awards em 2012.Tem experiência internacional, tendo atuado na L’Oréal França no ano de 2009, quando foi responsável pelo acompanhamento estratégico das marcas americanas Matrix e Redken para América Latina. É Professor da graduação da ESPM Rio e professor de empreendedorismo na pós-graduação do IBMEC Rio.

Pedro Salomão

Pedro Salomão

Pedrinho, como é mais conhecido, é administrador com pós Graduação em Sociologia Política também pela PUC-RJ. Tem 36 anos, é carioca, empresário, sócio do Grupo Ibiza, uma das empresas mais conceituadas na área de Identidade Musical, presente em grandes lojas como FARM, Afghan, Folic, TIM, Burger King, entre outras. É empreendedor serial e social e autor do livro Empreendendo Felicidade, já realizou mais de 400 palestras para empresas de diferentes perfis e universidades em todo o Brasil. Ele conta sua trajetória e mostra como é possível aliar trabalho, felicidade e, dessa forma, fazer a diferença e gerar um impacto social verdadeiro.

Lucas Rodrigues

Lucas Rodrigues

Co-fundador e SIM (social impact manager) na Hevp Clothing, que segue o modelo “um por um”onde a cada acamiseta comprada outra é doada pela marca para comunidades necessitadas mundo a fora. MBA Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Especialização em Negócios Sociais pela Yunus Espm Business Centre. Lucas tem estudos em Futurismo e economia colaborativa. Empreendeu em vários setores até se encontrar nos Negócios Sociais e na Economia Colaborativa. Co-fundador e SIM (social impact manager) na Hevp Clothing, seu principal negócio ao lado de outros novos negócios que vem desenvolvendo. Lucas aplica seu conhecimento de quem visitou mais de 50 países para abrir novas frentes de ajuda e empoderamento de parceiros em comunidades carentes em todo o mundo.

Sabrina Gallier

sabrina gallier_nibo

Sócia-diretora de Marketing do Nibo, que apoia outras empresas de cunho social, formada em publicidade e propaganda pela San Diego State University, Sabrina liderou o departamento de marketing online do Peixe Urbano e fez consultorias para várias startups nos últimos anos. Antes, morou 10 anos na California, onde trabalhou com clientes internacionais como BlackBerry, Intel e Lenovo, entre outros. Também foi nomeada um dos 10 jovens talentos de 2016, pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Valentina Seabra

Valentina Seabra

Business&Life coach, formada pelo Center of Executive Coaching nos EUA. Atende individualmente profissionais de diversas áreas e empresas. Morou 7 meses no Estaleiro da Samsung, na Coréia do Sul, onde fez pesquisas na área de comportamento, óleo e gás. É formada em design para sustentabilidade pelo Gaia Education, com background em comportamento/drama, filosofia, psicologia e meditação. Hoje da aulas na escola de holística N.O.S (pioneira no RJ em auto-conhecimento saúde nutrição coaching e detox) e ministra workshops de liderança e propósito de vida transitório.

Thadeu Diz

Thadeu Diz_ZeeDog

Co-fundador e diretor criativo da marca Zee.Dog. Thadeu e seus sócios tiveram a ideia de fundar a marca para cães quando procuravam roupas e coleiras estilosas para seu cachorro e a lançaram no mercado em 2012. A empresa exporta para países da América do Norte, Ásia e Europa e está presente fisicamente no Brasil e EUA. A marca lançou o movimento social #todospelaadoção que leva em paralelo ao business da marca. A campanha tem renda 100% revertida para a proteção animal e conta com inúmeras ações criativas, apoio de celebridades, mídia espontânea e outras ferramentas para angariar fundos para UTIs veterinárias, apoio a ONGs de animais e outros projetos.

 

Investimento

O investimento total será de R$ 2.610,00, com condições especiais para quem começar a pagar em Maio.
OBS.: Esse valor não inclui as duas aulas em campo.

Estamos muito realizados e ansiosos para colocarmos esse grande sonho em prática! Será um curso transformador e lotado de boas trocas. As vagas são super limitas, então corram para fazer suas inscrições pelo e-mail vv@volunteervacations.com.br.

Nos vemos em breve! 🙂

O voluntariado superficial

May 5, 2016 9:01 pm

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Na semana passada uma reportagem nos despertou bastante interesse: o site hypeness divulgou uma conta criada no instagram por duas amigas, onde criticam o voluntariado superficial através de uma brincadeira divertida e uma mensagem super necessária.

O perfil Barbie Savior,  mostra diversas imagens da Barbie voluntariando em destinos bem visados entre voluntários do mundo todo. O grande diferencial são as legendas ironizando as situações e mostrando a diferença entre o voluntário superficial e o que vai para realmente atuar de forma a acrescentar na instituição.

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Podemos associar o último post que fizemos aqui diretamente com essa situação. Mais uma vez ressaltamos a importância da capacitação antes da atuação, do acompanhamento durante todo o processo e do entendimento por trás da instituição. A VV está em constante relação com suas ONGs parceiras, para sempre estar a par das necessidades locais e poder desenvolver o melhor programa para os atendidos e os voluntários.

Por isso não se deve fazer nada meramente assistencialista, mas sim descobrir junto com pessoas locais as reais necessidades daquele determinado projeto, ONG, cidade ou qualquer outro lugar no qual você deseja atuar.

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O voluntariado é um compromisso sério que tem o “poder” de mudar muita coisa nesse mundo! Saibamos ouvir e perceber as necessidades do outro e não realizar o que julgamos ser melhor para um grupo em que não estamos inseridos no dia-a-dia.

E, principalmente, vamos “empoderar” pessoas para que elas descubram sua capacidade de transformar suas próprias vidas!

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